terça-feira, 28 de julho de 2009

PENTECOSTES

Era para os judeus uma festa de grande alegria, pois era a festa das colheitas; ação de graças a chegada do trigo eram oferecidas as primícias ao templo. Para os Evangelhos Sinóticos Mateus, Marcos e Lucas era a festa celebrada 50 dias após a ressurreição de Cristo, por isso o nome Pentecostes, que significa "quinquagésimo dia". No entanto, padre Nélio Domingos Zortea da Catedral Nossa Senhora Aparecida de Cascavel diz que no Evangelho de João tem outra explicação “o Pentecostes é considerado o mesmo que ressurreição é a vinda do Espírito Santo de Deus, ressuscitado no terceiro dia”.

No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, o Espírito Santo, com o dom das línguas, mostra que a sua presença une e transforma a confusão em comunhão. O Espírito torna os corações capazes de compreender as línguas de todos, porque restabelece a ponte da comunicação autêntica entre a Terra e o Céu. O Espírito Santo é Amor.

Para explicar o seu afastamento Jesus Cristo disse: Irei, mas voltarei; entretanto não os abandonarei, não os deixarei órfãos. Enviarei o Consolador, o Espírito do Pai, e será o Espírito que dará o conhecimento que a obra de Cristo é obra de amor. “Jesus fez o encontro final com os apóstolos consagrando-os e dando-os poderes, que o exercício deles tornaria o exercício do ministério do próprio Cristo”, explica padre Nélio.

É este o mistério do Pentecostes: o Espírito Santo ilumina o espírito humano, revelando o Cristo crucificado e ressuscitado, indica o caminho para se tornar mais semelhante a Ele. Reunida com Maria, como na sua origem, a Igreja hoje reza: "Veni Sancte Spiritus”! Vem, Espírito Santo, enche os corações dos teus fiéis e acende neles o fogo do teu amor!

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